Você bem que podia ter surgido na minha vida vinte anos atrás, quando eu ainda tinha planos quinze anos atrás, quando eu estava me formando
Você bem que podia ter surgido na minha vida vinte anos atrás, quando eu ainda tinha planos quinze anos atrás, quando eu estava me formando

Quando me perguntam
Se eu estou amando
Logo vem o coração e diz:
“Amo as estrelas, amo certos olhos
Amo a quem me faz feliz”
Se algum amigo
Me acha distraído
Logo vem o meu sorriso e diz:
“Amo as estrelas, amo certos olhos
Amo a quem me faz feliz”
Existe alguém
E existirá
Que me faz queimar ou padecer de frio
E esse alguém
Sabe que chegou
E calou a dor de meu peito vazio
Triste é ser só
Sigo meu caminho
Mas não vou sozinho
Trago esse meu coração que diz:
“Amo as estrelas, amo certos olhos
Amo a quem me faz feliz”
¬ Ivan Lins ¬
Composição: Ivan Lins / Abel Silva
O importante não é o que se dá,
mas o amor com que se dá."
¬ Madre Teresa de Calcutá ¬


Quero ser uma ilha,
um pouco de paisagem,
uma janela aberta,
uma montanha ao longe,
um aceno de mar.
Quando precisares de sonho,
de um canto de beleza,
de um pouco de silêncio,
ou simplesmente
de sol… e de ar…
Quero ser o lado bom
em que pensas,
isto que intimamente
a gente deseja
mas nem sempre diz
- quero ser, naquela hora,
o que sentes falta
para seres feliz…
Que quando pensares
em fugir de todos
ou de ti mesma, enfim,
penses em mim…
¬ J. G. de Araújo Jorge ¬
"O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo..."
¬ Martha Medeiros ¬

eu minto, confeso (texto original??)
me faço de boba, verdade
escondo a idade, me calo,

Sexta-feira à noite
os homens acariciam o clitóris das esposas
com dedos molhados de saliva.
O mesmo gesto com que todos os dias
contam dinheiro papéis documentos
e folheiam nas revistas
a vida dos seus ídolos.
Sexta-feira à noite
os homens penetram suas esposas
com tédio e pênis.
O mesmo tédio com que todos os dias
enfiam o carro na garagem
o dedo no nariz
e metem a mão no bolso
para coçar o saco.
Sexta-feira à noite
os homens ressonam de borco
enquanto as mulheres no escuro
encaram seu destino
e sonham com o príncipe encantado.
¬ Marina Colasanti ¬
do livro Rota de Colisão, Editora Rocco
Dois filmes em um. É assim que defino o badaladésimo “Sex and the city”. Assisti a pouquíssimos episódios da série de TV, e essa falta de intimidade com as quatro moças me deu um certo distanciamento para analisar o que se passa ali, na tela do cinema, naquela Nova York hiperglamourizada, onde o mundo fashion é um quinto personagem.
Em minha análise de leiga, considero que a primeira parte do filme vai até a cena do casamento de Carrie com Mr. Big. Até ali, vi mais ou menos o que estava preparada para ver: um desfile nonsense de roupas que nenhuma mortal se atreveria a vestir à luz do dia (alguns dos modelitos eu não vestiria nem no escuro, mas como sigo a cartilha do “menos é mais”, não sirvo de parâmetro). Percebi também uma certa histeria feminina, aquele desespero que fica latente quando um grupo de mulheres se encontra para falar de bolsas, sapatos e homens, nessa ordem. Uma confraria de colecionadoras — dos três itens! Até mesmo a direção do filme, nessa primeira parte, me pareceu mais frenética, ou eu é que estava lenta demais e não consegui acompanhar a rapidez dos acontecimentos e a excitação daquelas quatro.
Então acaba a cena do casamento, e a impressão que dá é que houve uma troca de roteirista — um novo filme começa. Não que se transforme automaticamente num drama existencialista francês. Segue glamouroso, divertido, mas já não é tão fútil. É como se as quatro tivessem levado um balde de água fria (de certa forma, levaram) e resolvessem parar de pensar como colegiais, dando lugar a questionamentos mais maduros.
Claro, a profundidade é a mesma da série de tevê — água pela canela —, mas o filme mostra claramente a confusão que algumas mulheres fazem ao alcançar sua independência: acreditam que o individualismo faz parte do pacote. Não é bem assim.
Trabalhar, ganhar nosso próprio dinheiro, defender nossas idéias, o.k., é imprescindível. Mas estamos tão obcecadas em proteger essa importante conquista que passamos a ter dificuldade em partilhá-la com quem, a priori, não faz parte do nosso time: eles. Se por um lado é muito bacana ver no filme as quatro personagens cultivando uma amizade saudável, íntima e verdadeira entre elas, por outro soa meio antigo que essa amizade seja a única maneira de elas conseguirem conjugar a primeira pessoa do plural: nós. Nós, mulheres. Nós, as poderosas. Nós com nossos filhos, nossas secretárias e nossos amigos gays.
Na hora de pensar em “nós” em termos de casal, surge a dificuldade do relacionamento. Algumas mulheres encaram os homens como acessórios de luxo. Não pega bem sair de casa sem um homem, assim como não pega bem sair de casa com qualquer roupa. É como se os homens tivessem que combinar com nosso vestido. Seguimos acreditando que mulher sem homem é uma mulher incompleta, e eles acabaram se transformando, também, num objeto de consumo. Só que estruturar uma relação afetiva requer bem mais do que bom gosto.
De todos os Manolo Blahnik, Prada e Louis Vuitton que fazem parte do elenco de “Sex and the city”, o que mais curti foi ver as mulheres se darem conta de que, ao abrirem seus closets, não encontrarão um amor prêt-à-porter. Desaprendemos a dizer “nós” quando tivemos que lutar pelos nossos direitos: maternidade, profissão, sexo livre, tudo isso passou a dizer respeito ao “eu” da mulher, e foi fundamental esse mergulho particular para chegar até aqui. Agora é hora de reaprendermos a dizer o “nós”, não mais como a parte submissa da dupla, e sim como parceiras de um homem que já entendeu o novo mundo em que vive, já nos aceitou como independentes, e que agora nos quer menos controladoras e mais amigas, mais amantes, e por que não dizer, mais despidas.
¬ Martha Medeiros ¬

Eu desejo que desejes ser feliz de um modo possível e rápido, desejo que desejes uma via expressa rumo a realizações não utópicas, mas viáveis, que desejes coisas simples como um suco gelado depois de correr ou um abraço ao chegar em casa, desejo que desejes com discernimento e com alvos bem mirados.



Hoje não posso,
tudo conspira:
o medo veste a fantasia!
Hoje não devo,
a noite (in)sonha
agonia!
Vou amar amanhã,
"amanhã vai ser
outro dia"!
¬ Marise de Sousa ¬

E então ficamos os dois em silêncio, tão quietos
como dois pássaros na sombra, recolhidos
ao mesmo ninho,
como dois caminhos na noite, dois caminhos
que se juntam
num mesmo caminho...
Já não ouso... já não coras...
E o silêncio é tão nosso, e a quietude tamanha
que qualquer palavra bateria estranha
como um viajante, altas horas...
Nada há mais a dizer, depois que as próprias mãos
silenciaram seus carinhos...
Estamos um no outro
como se estivéssemos sozinhos...
¬ J.G. de Araujo Jorge ¬
Em cima, é a lua,
No meio é a nuvem,
Embaixo, é o mar.
Sem asa nenhuma,
Sem vela nenhuma,
Para me salvar.
Ao longe, são noites,
De perto, são noites,
Quem se há de chamar?
Já dormiram todos,
Não acordam outros...
Água, vento, luar.
O trilho da terra
Para onde é que leva,
Luz do meu luar?
Que abismos aéreos
De reinos aéreos
Para visitar!
Na beira do mundo,
Do sono do mundo
Me quero livrar.
E em cima – é a lua,
No meio – é a nuvem,
E embaixo – é o mar!
¬ Cecília Meireles ¬

"O amor é quando a gente mora um no outro."
¬ Mário Quintana ¬


...e ponto finall....rss
(mesmo com erro de português...rss)
Acho que alguns textos são repetidos, mas são tão bons que vale o "bis"...

Quando falar sobre amor
Quando falar sobre amor, finja nada conhecer, para absorver cada frase que brote do coração.
Quando falar sobre a dor, deixe abertas as janelas da alma para compreender que amor e dor são tão parecidos que até os confundimos, ao vê-los bem de pertinho.
Quando falar sobre a paz, faça-o no rumor da guerra, para ser ouvido na mais alta voz.
Quando falar sobre sonhos, acorde, para vivê-los na melhor lucidez do seu dia.
Quando falar de amizade, estenda a mão aos seus inimigos, para que possa provar a si mesmo, aquilo que gosta de dizer aos outros.
Quando falar de fome, faça um minuto de jejum, para lembrar daqueles que jejuam todos os dias.
Quando falar de frio, abrace alguém.
Quando falar de calor, estenda a mão.
Quando estender a mão, sustenha o braço para que perdure.
Quando falar de felicidade, acredite nela.
Quando falar de fé, cerre os olhos para encontrar a razão daquilo em que crê.
Quando falar de Deus, faça-o pelo silêncio do seu testemunho.
Quando falar de si mesmo, aprenda a calar,
para entender o amor, a dor, a paz, os sonhos!
¬ Glácia Dalbert ¬

Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós.
Pare para refletir sobre o sexto-sentido.
Alguém duvida de que ele exista?
E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?
E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento?
E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece?
O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!
"Leve um sapato extra na mala, querido.
Vai que você pisa numa poça..."
Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...
O sexto-sentido não faz sentido!
É a comunicação direta com Deus!
Assim é muito fácil...
As mulheres são mães!
E preparam, literalmente, gente dentro de si.
Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?
E não satisfeitas em ensinar a vida, elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral.
Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"...
Tudo isso é meio mágico...
Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança).
As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?
Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens...
É choro feminino. É choro de mulher...
Já viram como as mulheres conversam com os olhos?
Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.
Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.
E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.
Quantos tipos de olhar existem?
Elas conhecem todos...
Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens!
E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.
EN-FEI-TI-ÇAM !
E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas?
Para estudar os homens, é claro!
Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...
Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro".
Quer evidência maior do que essa?
Qualquer um que ama se aproxima de Deus.
E com as mulheres também é assim.
O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas.
É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.
E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.
Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.
Mas elas são anjos depois do sexo-amor.
É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.
E levitam.
Algumas até voam.
Mas os homens não sabem disso.
E nem poderiam.
Porque são tomados por um encantamento
que os fazem dormir nessa hora!!
¬ Luís Fernando Veríssimo ¬

"As reticências são os três primeiros
passos do pensamento que continua
por conta própria o seu caminho."
¬ Mário Quintana ¬

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dói. Bater a cabeça na quina da mesa, dói. Morder a língua, dói. Cólica, cárie e pedra no rim também doem. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Dói essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o escritório e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno, não saber mais se ela continua pintando o cabelo de vermelho. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu, não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango assado, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Coca-cola, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua surfando, se ela continua lhe amando. Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ele esta com outra, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ela esta mais magra, se ele esta mais belo.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim, doer.
¬ Autor Desconhecido ¬
" Só entendi o valor do silêncio no dia
que resolvi calar para não magoar alguém."


O amor nos tira o sono, nos tira do sério,
Tira o tapete debaixo dos nossos pés,
Faz com que nos defrontemos com medos e fraquezas,=
Aparentemente superados,
Mas também com insuspeitada audácia e generosidade.
E como habitualmente tem um fim
Que é dor,
Complica a vida.
Por outro lado, é um maravilhoso ladrão da nossa arrogância.
Quem nos quiser amar agora terá de vir com calma,
Terá de vir com jeito.
Somos um território mais difícil de invadir,
Porque levantamos muros,
Inseguros de nossas forças disfarçamos a fragilidade
Com altas torres e ares imponentes.
A maturidade me permite olhar com menos ilusões,
Aceitar com menos sofrimento,
Entender com mais tranqüilidade,
Querer com mais doçura.
Às vezes é preciso recolher-se.
¬ Lya Luft ¬
Anúncio feito para comemorar os 100 anos da Associação Brasileira de Imprensa (ABI)
Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere.A vírgula pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.Ela pode forçar o que você não quer
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.Pode acusar a pessoa errada
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.A vírgula pode mudar uma opinião
Não quero ler.
Não, quero ler.Uma vírgula muda tudo…
"Há muitas coisas que percebo que não sou, mas dizer exactamente o que sou não consigo. Tento, dia a dia, ganhar o título de ser uma pessoa. E já não é pouco"
¬ José Luís Peixoto ¬
Tenho que ter paciência para não me perder dentro de mim: vivo me perdendo de vista. Preciso de paciência porque sou vários caminhos, inclusive o fatal beco-sem-saída”
¬ Clarice Lispector
in Um Sopro de Vida ¬
♪ Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu ♪¬ Chico Buarque de Holanda ¬
...sei lá, tentando descobrir...e enquanto isso, vou contando carneirinhos, aqui e ali...alguém mais quer me fazer companhia??
Ana...
“…e essa falta cresce à cada dia, de forma avassaladora…
quando enfim penso que estou me acostumando, que estou te esquecendo,
você ressurge de forma inesperada ocupando todos os espaços,
transbordando de dentro de mim...
e é nessa inconstante loucura que vivo sem te ter.”
¬ Caio Fernando Abreu ¬
Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você”
Antonio Carlos Jobim ...Vinicius de Moraes
"...Hoje eu só queria que tua emoção vencesse tua razão...
aquele escondido no coração, que você teima em silenciar...
que a tua razão dê momentos de trégua, e você, olhando para algum ponto no infinito...
olhos fixos e perdidos,
mente aberta,
coração tranquilo
sentindo o apelo que vem da tua alma...
simplesmente ouça...
eu juro que nesse momento, me silencio também...e te ouço"
¬ Ana...¬

23-09-2008

.
"Às vezes é preciso recolher-se".
Lya Luft
.
Um dia o amor virou-se para a amiizade e diisse:
- Para que existes tu se já existo eu?
A amizade respondeu:
- Para repor um sorriso onde tu deixaste uma lágrima.


meu beijo
Ana...

Vontade de ficar sozinha
só para saber
se você ia
ou vinha
quando deixou
esse bagaço
no meu peito
pedaço estreito
defeito na mercadoria
do jeito que você queria.
¬ Alice Ruiz ¬

Nunca diga te amo se não te interessa.
Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem.
Nunca toque numa vida se não
pretende romper um coração.
Nunca olhe nos olhos de alguém
se não quiser vê-lo se derramar
em lágrimas por causa de ti.
A coisa mais cruel que alguém pode fazer
é permitir que alguém se apaixone por você
quando você não pretende fazer o mesmo.
¬ Mário Quintana ¬

minha voz
não chega aos teus ouvidos
meu silêncio
não toca teus sentidos
sinto muito
mas isso é tudo que sinto
¬ Alice Ruiz ¬
o relógio marca
48 horas sem te ver
sei lá quantas para te esquecer
¬ Alice Ruiz ¬
♥ Siмplεsмεหtε Дหα...♥
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Obrigada!!
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"...Eu desistiria da eternidade
Para tocar em você
Pois sei que de alguma forma
Você me percebe
Você é o mais perto do céu que posso chegar
Eu não quero voltar para casa agora
O único gosto que sinto
É o desse momento
E tudo o que tenho para respirar
É o teu amor
Porque cedo ou tarde
Isso pode acabar
Hoje a noite
Não te deixarei ir...
Eu preferia
Sentir o cheiro dos teus cabelos
Dar um beijo na tua boca
Tocar uma vez tua mão
A passar a eternidade
Sem isso..."
City of Angels
Que importa se a distância estende entre nós léguas e léguas
Que importa se existe entre nós muitas montanhas?
O mesmo céu nos cobre
E a mesma terra Iiga nossos pés.
No céu e na terra é tua carne que palpita
Em tudo eu sinto o teu olhar se desdobrando
Na carícia violenta do teu beijo.
Que importa a distância e que importa a montanha
Se tu és a extensão da carne
Sempre presente?
Drumond
Deixa que eu te ame em silêncio
Não pergunte, não se explique, deixe
que nossas línguas se toquem, e as bocas
e a pele falem seus líquidos desejos.
Deixa que eu te ame sem palavras
a não ser aquelas que na lembrança ficarão
pulsando para sempre
como se o amor e a vida
fosse um discurso
de impronunciáveis emoções.
Affonso Romano de Sant´Anna
Almas Gêmeas
A lição de nosso encontro é que "para cada um de nós, existe alguma pessoa especial".
Uma pessoa que nos acompanha através dos tempos, que nos ajuda e da qual precisamos intensamente
.Almas diferentes, mas que se identificam e que, mesmo distantes, são impelidas pelo destino a se reencontrarem...
Quando te vi pela primeira vez, a sensação de familiaridade foi completa.
Já precisava de você e a queria por perto...
Já a amava, pois fôra minha em outra época, como já fui teu.
E o significado de estarmos novamente juntos transcende o sentido fácil do termo "almas gêmeas".
Almas que se identificam não precisam ser iguais, mas se ajudam e se influenciam.
Precisam uma da outra, como se não pudessem viver separadas.
Se amam com urgência, com necessidade, com medo e com alegria.
Você representa tudo que poderia querer, não só porque me despertou o amor, mas porque me completa e me tranqüiliza, me faz melhor e me faz feliz.
Te amo com a alma, pois ela te reconheceu.
...desconheço autoria...
"- Exatamente, disse a raposa.
Tu não és para mim senão um rapaz inteiramente igual a cem mil outros rapazes.
E eu não tenho necessidade de ti.
E tu não tens também necessidade de mim.
Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas.
Mas, se tu me cativas,
nós teremos necessidade um do outro.
Serás para mim único no mundo.
E eu serei para ti única no mundo...."
Antoine de Saint-Exupéry
Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos.
Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer.
O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer.
...
Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado.
O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.
Antoine de Saint-Exupéry
♥ Siмplεsмεหtε Дหα...♥