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♥ Siмplεsмεหtε Дหα... ♥


Quinta-feira , 18 de Outubro de 2007


Mira...

...Hoy y sólo hoy yo quería susurrar en tu oído Neruda, y le dejar sentir todo el amor que tengo por tú...

Mi amor és todo tuyo

mi beso

Дหα...

Escrito por Дหα... às 10h20
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...hecha para mis brazos,
hecha para mis besos,
hecha para mi alma...

Neruda

Escrito por Дหα... às 10h12
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Dois

 

Apenas dois.
Dois seres...
Dois objetos patéticos.
Cursos Paralelos
Frente a frente...
Pensar talvez:
"Paralelos que se encontram no infinito...".
No entanto sós por enquanto.
Eternamente dois apenas.

 

Não me tema
Sou seu
Mas
Não sou o passageiro nem o mendigo,
Sou seu dono
Aquele que você esperava
E agora entro
Em sua vida
Para não sair mais
Amor , amor , amor,
Para eu ficar...

 

Escrito por Дหα... às 10h01
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Não estejas longe de mim um só dia, porque como,
porque, não sei dizê-lo, é comprido o dia,
e te estarei esperando como nas estações
quando em alguma parte dormitaram os trens.

 

Não te vás por uma hora porque então
nessa hora se juntam as gotas do desvelo
e talvez toda a fumaça que anda buscando casa
venha matar ainda meu coração perdido.

 

Ai que não se quebrante tua silhueta na areia,
ai que não voem tuas pálpebras na ausência:
não te vás por um minuto, bem-amada,

 

porque nesse minuto terás ido tão longe
que eu cruzarei toda a terra perguntando
se voltarás ou se me deixarás morrendo.

 

 

Nesta noite estrelada beijei as tuas mãos...

 

Pensa, eu que te vi perdida e recobrada;
pensa, eu que me afasto de ti quando me esperas;
pensa, esta dolorosa paz do campo adormecido
perfumado das flores e das frutas primeiras...

 

Tu sabes bem tudo, tudo. Tu escutaste tudo
com os imensos olhos perdidos na distância;
quando eu me calo, tu me olhas e cai da minha boca,
como uma flor cortada para a tua boca, o meu beijo.
(Esta é a despedida quando apenas chegava,
isto é tocar apenas os portos e partir...
Que teus braços me amarrem, que não me deixem ir
para tocar apenas outro amor e partir!)

 

Ouves as minhas palavras e recolhes os meus beijos,
e prolongamos juntos o silêncio do campo
riscado pelos duros ladridos dos cães
e pela numerosa canção dos nossos passos.

 

... Nesta noite estrelada beijei as tuas mãos ...
De despedida, cruzo o teu amor e tu me deténs.
Vou dizer-te adeus e teus olhos me queimam;
Vou dar-te a angústia que me golpeia as têmporas
e galopa em minhas veias como um centauro louco,

 

mas minha voz tornou-se cantante e fervente
e meus dedos te revolvem a cabeleira escura;
e nesta noite estrelada minhas palavras se perdem
e caminhamos ébrios da mesma douçura.
... Ah! sabes tudo, tudo. Tu escutaste apenas,
no entanto sabes tudo.

 

Pablo Neruda...In:"O rio invisível"

 

 

Aqui eu te amo

 

Nos escuros pinheiros se desenlaça o vento.
Fosforece a lua sobre as águas errantes.
Andam dias iguais a perseguir-se.

 

Descinge-se a névoa em dançantes figuras.
Uma gaivota de prata se desprende do ocaso.
As vezes uma vela. Altas, altas, estrelas.

 

Ou a cruz negra de um barco.
Só.
As vezes amanheço, e minha alma está úmida.
Soa, ressoa o mar distante.
Isto é um porto.
Aqui eu te amo.

 

Aqui eu te amo e em vão te oculta o horizonte.
Estou a amar-te ainda entre estas frias coisas.
As vezes vão meus beijos nesses barcos solenes,
que correm pelo mar rumo a onde não chegam.

 

Já me creio esquecido como estas velha âncoras.
São mais tristes os portos ao atracar da tarde.
Cansa-se minha vida inutilmente faminta..
Eu amo o que não tenho. E tu estás tão distante.

 

Meu tédio mede forças com os lentos crepúsculos.
Mas a noite enche e começa a cantar-me.
A lua faz girar sua arruela de sonho.

 

Olham-me com teus olhos as estrelas maiores.
E como eu te amo, os pinheiros no vento,
querem cantar o teu nome, com suas folhas de cobre.

 

 

Talvez

 

Talvez não ser, é ser sem que tu sejas,
sem que vás cortando o meio dia
com uma flor azul,
sem que caminhes mais tarde
pela névoa e pelos tijolos,
sem essa luz que levas na mão
que, talvez, outros não verão dourada,
que talvez ninguém
soube que crescia
como a origem vermelha da rosa,
sem que sejas, enfim,
sem que viesses brusca, incitante
conhecer a minha vida,
rajada de roseira,
trigo do vento,

 

E desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos...
E por amor
Serei... Será...Seremos...

 

Escrito por Дหα... às 09h47
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Se me esqueceres

Quero que saibas uma coisa.

Tu sabes como é:
se olho a lua de cristal, os galhos vermelhos do outono em minha janela,
se toco junto ao fogo as impalpáveis cinzas
no corpo retorcido da lenha,
tudo me leva a ti,
como se tudo o que existe:
aromas, luz, metais,
fossem pequenos barcos que navegam em direção às ilhas tuas que esperam por mim.

Agora, bem,
se pouco a pouco tu deixares de me querer
pararei de te querer
pouco a pouco.

Se de repente me esqueceres
não me procure,
pois já terei te esquecido.

Se consideras violento e louco o vento das bandeiras que passa por minha vida
e decidires me deixar às margens do coração no qual tenho raízes,
lembra-te
que nesta dia,
a esta hora
levantarei os braços e minhas raízes partirão em busca de outra terra.

Mas
se em cada dia,
cada hora,
sentires que a mim estás destinado com implacável doçura,
se em cada dia levantares uma flor em teus lábios para me buscares,
oh meu amor, oh minha vida,
em mim todo esse fogo se reacenderá,
em mim nada se apaga ou se esquece,
meu amor se nutre do seu, amado,
e enquanto viveres
estará em teus braços
sem deixar os meus.

Se consideras longo e louco
o vento de bandeiras
que percorre a minha vida
e decidires
deixar-me à margem
do coração em que tenho raízes,
pensa
que nesse dia,
nessa hora,
levantarei os braços
e as minhas raízes irão
procurar outra terra.

 

 Pablo Neruda

Escrito por Дหα... às 09h46
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Neruda...

...Amor mío,
compréndeme,
te quiero toda,
de ojos a pies, a uñas,
por dentro,
toda la claridad, la que guardabas.
Soy yo, amor mío,
quien golpea tu puerta.
No es el fantasma, no es
el que antes se detuvo
en tu ventana.
Yo echo la puerta abajo:
Yo entro en toda tu vida:
vengo a vivir en tu alma:
tú no puedes conmigo...

trecho de La pregunta

 

 

El Tiempo

 

De muchos días se hace el día, una hora
tiene minutos atrasados que llegaron y el día
se forma con extravagantes olvidos, con metales,
cristales, ropa que siguió en los rincones,
predicciones, mensajes que no llegaron nunca.

El día es un estanque en el bosque futuro,
esperando, poblándose de hojas, de advertencias,
de sonidos opacos que entraron en el agua
como piedras celestes.

A la orilla
quedan las huellas doradas del zorro vespertino
que como un pequeño rey rápido quiere la guerra:
el día acumula en su luz briznas, murmullos:
todo surge de pronto como una vestidura
que es nuestra, es el fulgor acumulado
que aguardaba y que muere por ordem de la noche
volcánndose en la sombra.

 

 

Por ti junto a los jardines recién florecidos me duelen los perfumes de primavera.
He olvidado tu rostro, no recuerdo tus manos, cómo besaban tus labios?
Por ti amo las blancas estatuas dormidas en los parques, las blancas estatuas que no tienen voz ni mirada.
He olvidado tu voz, tu voz alegre, he olvidado tus ojos. Como una flor a su perfume, estoy atado a tu recuerdo impreciso. Estoy cerca del dolor como una herida, si me tocas me dañarás irremediablemente.
Tus caricias me envuelven como las enredaderas a los muros sombríos.
He olvidado tu amor y sin embargo te adivino detrás de todas las ventanas.
Por ti me duelen los pesados perfumes del estío: por ti vuelvo a acechar los signos que precipitan los deseos, las estrellas en fuga, los objetos que caen.

 

 

Si tú me olvidas

 

Quiero que sepas una cosa.
Tú sabes cómo es esto:
si miro
a luna de cristal, la rama roja
del lento otoño en mi ventana,
si toco
junto al fuego
la impalpable ceniza
o el arrugado cuerpo de la leña,
todo me lleva a ti,
como si todo lo que existe,
aromas, luz, metales,
fueran pequeños barcos que navegan
hacia las islas tuyas que me aguardan.

Ahora bien,
si poco a poco dejas de quererme
dejaré de quererte poco a poco.
Si de pronto
me olvidas
no me busques,
que ya te habré olvidado.
Si consideras largo y loco
el viento de banderas
que pasa por mi vida
y te decides
a dejarme a la orilla
del corazón en que tengo raíces,
piensa
que en ese día,
a esa hora
levantaré los brazos
y saldrán mis raíces
a buscar otra tierra.

 

Pero si cada día,
cada hora
sientes que a mí estás destinada
con dulzura implacable.
Si cada día sube
una flor a tus labios a buscarme,
ay amor mío, ay mía,
en mí todo ese fuego se repite,
en mí nada se apaga ni se olvida,
mi amor se nutre de tu amor, amada,
y mientras vivas estará en tus brazos
sin salir de los míos.

 

 

...Hecha de todo el oro y de toda la plata,.hecha de todo el trigo y de toda la tierra,
hecha de toda el agua
de las olas marinas,

 

Escrito por Дหα... às 09h42
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Domingo , 14 de Outubro de 2007


...Ergues-te calma, a mais bela entre os humanos.
Teu rosto espelha meu olhar apaixonado.
Um último beijo e dormiremos, grudados.
Dormirei protegido... por meu anjo...

Escrito por Дหα... às 07h28
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"...Eu desistiria da eternidade
Para tocar em você
Pois sei que de alguma forma
Você me percebe
Você é o mais perto do céu que posso chegar
Eu não quero voltar para casa agora
O único gosto que sinto
É o desse momento
E tudo o que tenho para respirar
É o teu amor
Porque cedo ou tarde
Isso pode acabar
Hoje a noite
Não te deixarei ir...
Eu preferia
Sentir o cheiro dos teus cabelos
Dar um beijo na tua boca
Tocar uma vez tua mão
A passar a eternidade
Sem isso..."

City of Angels



Que importa se a distância estende entre nós léguas e léguas
Que importa se existe entre nós muitas montanhas?
O mesmo céu nos cobre
E a mesma terra Iiga nossos pés.
No céu e na terra é tua carne que palpita
Em tudo eu sinto o teu olhar se desdobrando
Na carícia violenta do teu beijo.
Que importa a distância e que importa a montanha
Se tu és a extensão da carne
Sempre presente?

Drumond



 



Deixa que eu te ame em silêncio
Não pergunte, não se explique, deixe
que nossas línguas se toquem, e as bocas
e a pele falem seus líquidos desejos.
Deixa que eu te ame sem palavras
a não ser aquelas que na lembrança ficarão
pulsando para sempre
como se o amor e a vida
fosse um discurso
de impronunciáveis emoções.

Affonso Romano de Sant´Anna



Almas Gêmeas

A lição de nosso encontro é que "para cada um de nós, existe alguma pessoa especial".
Uma pessoa que nos acompanha através dos tempos, que nos ajuda e da qual precisamos intensamente
.Almas diferentes, mas que se identificam e que, mesmo distantes, são impelidas pelo destino a se reencontrarem...
Quando te vi pela primeira vez, a sensação de familiaridade foi completa.

Já precisava de você e a queria por perto...
Já a amava, pois fôra minha em outra época, como já fui teu.
E o significado de estarmos novamente juntos transcende o sentido fácil do termo "almas gêmeas".
Almas que se identificam não precisam ser iguais, mas se ajudam e se influenciam.

Precisam uma da outra, como se não pudessem viver separadas.
Se amam com urgência, com necessidade, com medo e com alegria.
Você representa tudo que poderia querer, não só porque me despertou o amor, mas porque me completa e me tranqüiliza, me faz melhor e me faz feliz.

Te amo com a alma, pois ela te reconheceu.

...desconheço autoria...



 



"- Exatamente, disse a raposa.
Tu não és para mim senão um rapaz inteiramente igual a cem mil outros rapazes.
E eu não tenho necessidade de ti.
E tu não tens também necessidade de mim.
Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas.
Mas, se tu me cativas,
nós teremos necessidade um do outro.
Serás para mim único no mundo.
E eu serei para ti única no mundo...."

Antoine de Saint-Exupéry



Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos.
Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer.
O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer.

...

Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado.
O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.

Antoine de Saint-Exupéry



 



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